segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O custo da corrupção: PF aponta rombo de R$ 3,2 bi em 2011

Operações da Polícia Federal flagraram o desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos.O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões).Os números inéditos estão em um relatório produzido a partir apenas das operações. Segundo a Polícia Federal, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público mover ações na Justiça e tentar reaver o dinheiro.

Mercadão das emendas. Por essas e outras, sou contra as emendas parlamentares


Para aprovar o Orçamento de 2012 às 23h50 da antevéspera do Natal, o governo pôs na mesa de negociação mais de R$ 300 milhões, destinados a atender às demandas das bases eleitorais dos 82 deputados e senadores que compõem a Comissão Mista de Orçamento (CMO). Cada um dos titulares e suplentes da comissão custou individualmente ao governo o compromisso de liberação imediata de R$ 3 milhões em emendas parlamentares.Mas o “preço por cabeça” na operação política que brecou os reajustes salariais dos servidores públicos e o pretendido aumento real das aposentadorias acima do salário mínimo acabou ficando mais alto, por conta da oposição. Preocupado com as eleições municipais do ano que vem e com o baixo poder de fogo da bancada oposicionista diante da maioria governista, o DEM aproveitou a oportunidade e exigiu que a cota de R$ 3 milhões fosse estendida a cada um de seus 27 deputados, e não apenas aos seis que são da comissão.

Projeto petista de poder: em 10 anos, funcionalismo cresceu 21%. Cargos de confiança chegam a 22 mil. Entre 2000 e 2010, enquanto a população brasileira cresceu 12,5%, o número de servidores ativos da União, descontados os militares, subiu num ritmo bem mais acelerado, 21,2%. Assim que assumiu a Presidência, Dilma Rousseff criou uma câmara de gestão, presidida pelo empresário Jorge Gerdau, para discutir propostas para melhorar a eficiência da máquina pública, e não apenas aumentá-la. Até agora, entretanto, houve pouco resultado prático. A própria presidente reconheceu recentemente, em conversa com jornalistas, a necessidade de um perfil mais profissional para os quadros do governo."A chegada de pessoas indicadas por partidos políticos ou grupos de interesse acaba prejudicando o funcionamento e a própria qualidade da administração pública", afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da UnB (Universidade de Brasília). Para ele, o compromisso dos indicados políticos "é com as sustentações políticas que estão por trás deles", e não com a eficiência. Hoje há 86 mil cargos de confiança no governo, em geral postos de chefia. Isso significa que para cada sete servidores, há um chefe. Esses cargos representam cerca de 15% do gasto com pessoal do Executivo.Desses 86 mil cargos, 22 mil são os chamados DAS, nomeados livremente, sem qualquer tipo de seleção além do desígnio de quem tem o poder de nomear. Em 2010, as despesas com pessoal dos três Poderes consumiram 12% de tudo o que o governo gastou.(Folha de São Paulo)


domingo, 1 de janeiro de 2012

Juízes: a cada 5 anos, mais de 1 ano em férias. Não é de enlouquecer? Some dois meses de férias por ano com três meses de licença prêmio a cada cinco anos e você terá, no período, nada mais, nada menos do que treze meses em que os juízes são beneficiados com longas temporadas de descanso regiamente remuneradas. Segundo o Estadão, o novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), desembargador Ivan Ricardo Garisio Sartori, defende os dois meses de férias por ano, que ele e toda sua classe desfrutam. "Eu não considero um privilégio", afirma Sartori, que assume hoje o comando da mais importante e influente corte do País, cidadela da resistência ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). E o pior, quando não estão de férias, eles enrrolam. Vide o Mensalão até hoje!
Copa 2014: devagar, quase parada e a corrupção desenfreada. É mais um gol contra o Brasil feito pelo PT e sua base alugada.

É o que mostra o Portal da Transparência. Foram previstos R$ 27 bilhões de investimentos municipais, estaduais e federais, contratados apenas R$ 9,8 bilhões e executados apenas R$ 1,4 bilhões. Pouco mais de 5% das obras foram executadas. Os investimentos federais não fogem à regra. Há uma previsão de investimentos de R$ 7,0 bilhões em aeroportos, foi contratado R$ 1,5 bilhão e executados tão somente R$ 224 milhões, ou 3,2%. Em portos, o número é o pior possível. Dos R$ 899 milhões previstos, nada foi ao menos contratado! Os financiamentos prometidos para estádios devem alcançar R$ 3,3 bilhões. Já foram contratados R$ 2,2 milhões, mas apenas 276 milhões foram executados. Pouco mais de 8% e faltam apenas dois anos para a Copa das Confederações.A jóia da coroa nos investimentos da Copa 2014 são aqueles destinados à mobilidade urbana. O Governo Federal prevê R$ 7,9 bilhões de financiamento. Contratou apenas 1,7 bilhão. As obras executadas não passam de R$ 75 milhões. Menos de 1%. Por tudo isso, a Copa é um fracasso anunciado. A estas alturas, com o mundo derretendo e rindo da cara do Brasil que bancou a empreitada, talvez devêssemos torcer por isso mesmo. Melhor arranhar a imagem do que rasgar dinheiro público.





A PIOR DO ANO QUE PASSOU FOI A VOLTA DE JADER BARBALHO

O CORRUPTO DO JADER BARBALHO CONSEGUE VOLTAR COM O APOIO DO STJ QUE TEVE UM PICARETA QUE VOTOU 2 VEZES. ESTE É O NOSSO BRASIL, COMANDADADO PELOS PETRALHAS. PINTOU SUJEIRA, PINTOU PT!
O QUE AJUSTIÇA DO BRASIL FEZ EM UM ANO: NADA
1. SOLTOU BATISTE
2. APROVOU A MARCHA DA MACONHA
3. DEU POSSE AO MAIO FICHA SUJA DO BRASIL, O JADER CARALHO
Corrupção, inchaço da máquina, falta de investimento condenam país a um crescimento pífio. É o preço do PT no poder. O Brasil encerrou 2011 com um dos crescimentos mais baixos entre os emergentes. O país é o quinto que menos cresceu, em um grupo de 24 analisados, estima a consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit). E deve repetir, em 2012, uma expansão ainda moderada. Analistas projetam que o ano que começa será de recuperação, porém modesta e frágil. Traduzindo em números, o país deve crescer pouco mais de 3%, em média, nos dois primeiros anos do governo Dilma Mamulenga Rousseff. O balanço é pior do que os celebrados 4,5% médios do segundo mandato do presidente pinguço Lula Esponja (2007-2010).Embora a crise externa seja uma das causas da desaceleração, analistas dizem que os motores domésticos do crescimento começam a dar sinais de fadiga. O enfraquecimento do setor fabril, por exemplo, é um problema de difícil conserto. A EIU estima que o crescimento da indústria do país caiu de 10% em 2010 para 0,8% no ano passado.