quinta-feira, 4 de julho de 2013

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A caneta e o ouvido.

 
Na foto, os dois "objetos" que a mamulenga Dilma Rousseff deveria usar, mas não está usando. O ouvido para escutar não o pinguço picareta Lula Esponja e os aloprados do seu partido, mas a verdadeira voz das ruas. A voz de milhões não pediu reforma política. Não pediu plebiscito. Pediu melhores serviços públicos, o fim da corrupção no governo e o redirecionamento dos poucos investimentos para o que é absolutamente essencial para o povo: hospitais, metrôs, ônibus, escolas, creches... Já a caneta com que a mamulenga Dilma "futuca" o ouvido, pode dar muito mais resultados do que plebiscitos e outros factóides. Com esta caneta ela pode cortar o quanto quiser dos 22.000 cargos de confiança, fechar ministérios, reduzir diárias, passagens aéreas e a farra dos jatinhos. Pode revogar dezenas de contratos de consultorias e cancelar mídias politiqueiras na imprensa chapa branca. Além disso, esta caneta pode suspender acordos lesivos ao Brasil, como o Mercosul que nos impede de negociar com outros blocos e os inexplicáveis empréstimos a países onde impera a ditadura.A mamulenga Dilma tem ouvido e tem caneta. Até agora não usou nenhum dos dois para responder aos protestos, mas sim para atender os esquerdiotas do seu partido, enviando a mensagem do plebiscito para o Congresso e assinando uma nota estúpida e fora de tom em apoio ao caloteiro Evo Morales. 

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Médicos protestam por 10% do PIB na Saúde, carreira pública e "revalida" para os carniceiros cubanos.

Ontem, médicos protestaram em todo o Brasil contra a importação de carniceiros cubanos como se o problema fosse a falta de profissionais no país. Não é. Se faltam as mínimas condições de trabalho nas grandes cidades, o caos é ainda maior no interiorzão do país. Mas a mamulenga Dilma não quer ouvir os médicos. Quer ouvir apenas a voz das ruas dos ditos "movimentos sociais", que não representam ninguém.  Abaixo, matéria de O Globo.
 
 
Médicos, residentes e estudantes de medicina participaram de um ato público em defesa da saúde pública na Cinelândia, no Centro do Rio, na manhã desta quarta-feira. Entre as reivindicações, os manifestantes protestaram contra a importação de médicos estrangeiros sem a revalidação do diploma. Segundo o presidente dos Sindicato dos Médicos do Rio, JorgeDarze, a pauta de reivindicações incluiu ainda a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o orçamento da saúde pública, que representa cerca de R$ 50 bilhões. Os médicos fizeram caminhada até o núcleo do Ministério da Saúde, na Rua México, e terminaram o ato em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
O grande problema é que eles não são médicos e sim agentes de saúde. Tudo é um "esquema" com os irmãos Castro...!

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Sem apoio de ninguém, PT convoca militância para "dar toda força" ao plebiscito. Agora vai. 

VAI DAR EM MERDA!

O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), fez nesta quarta-feira, 3, um apelo à militância do partido para que dê "toda a força" ao plebiscito sugerido pela presidente mamulenga Dilma Rousseff sobre a reforma política. A mamulenga  Dilma enviou nesta terça-feira, 2, ao Congresso mensagem com cinco temas propostos para a consulta pública. O texto foi alvo de críticas até de aliados.

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Lula Esponja - o pinguço - e a  mamulenga  Dilma criaram 15 ministérios. Com a corda no pescoço, querem fechar 10.

A proposta de reduzir o número de ministérios, feita pela oposição e encampada pelo PMDB, já havia sido sugerida à presidente mamulenga Dilma pelo ex-presidente pinguço Lula como uma medida para sinalizar austeridade num momento de turbulências na economia.Segundo a Folha apurou,o pinguço Lula, em conversas com interlocutores, também disse que defendeu mudança nas principais áreas do governo, como articulação política e equipe econômica.

A mamulenga Dilma chegou a indicar, segundo petistas próximos ao pinguço Lula Esponja, que iria analisar a possibilidade de mudar a equipe ministerial durante o recesso do Congresso, em julho.Só que o surgimento da onda de manifestações nas ruas fez a presidente mudar o foco de sua agenda e, segundo assessores, adiar as trocas. Recentemente, o pinguço Lula Esponja queixou-se a interlocutores que a presidente é "teimosa" e não queria "fazer ajustes" no governo, considerados por ele necessários para reverter o clima de pessimismo na área econômica e política.

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Lula Esponja - o pinguço - e a  mamulenga  Dilma criaram 15 ministérios. Com a corda no pescoço, querem fechar 10.

A proposta de reduzir o número de ministérios, feita pela oposição e encampada pelo PMDB, já havia sido sugerida à presidente mamulenga Dilma pelo ex-presidente pinguço Lula como uma medida para sinalizar austeridade num momento de turbulências na economia.Segundo a Folha apurou,o pinguço Lula, em conversas com interlocutores, também disse que defendeu mudança nas principais áreas do governo, como articulação política e equipe econômica.

A mamulenga Dilma chegou a indicar, segundo petistas próximos ao pinguço Lula Esponja, que iria analisar a possibilidade de mudar a equipe ministerial durante o recesso do Congresso, em julho.Só que o surgimento da onda de manifestações nas ruas fez a presidente mudar o foco de sua agenda e, segundo assessores, adiar as trocas. Recentemente, o pinguço Lula Esponja queixou-se a interlocutores que a presidente é "teimosa" e não queria "fazer ajustes" no governo, considerados por ele necessários para reverter o clima de pessimismo na área econômica e política.

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Base do governo rejeita plebiscito golpista da mamulenga Dilma.

Dos dez principais partidos da base aliada na Câmara, apenas PT e PC do B apoiam a sugestão da presidente mamulenga Dilma Rousseff de realizar plebiscito para discutir uma reforma no sistema político brasileiro que tenha efeitos nas eleições do ano que vem.  Pressionada, Dilma sugeriu a consulta popular em resposta às manifestações de rua no país e anteontem enviou ao Congresso mensagem propondo que a população seja ouvida sobre cinco pontos.
OS PIORES PARTIDOS DO BRASIL CORRUPTOS ATÉ AS ENTRANHAS....

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"O dia em que a Presidenta Dilma em 10 minutos cuspiu no rosto de 370.000 médicos brasileiros."

Escrito por Juliana Mynssen da Fonseca Cardoso*

Há alguns meses eu fiz um plantão em que chorei. Não contei à ninguém (é nada fácil compartilhar isso numa mídia social). Eu, cirurgiã-geral, "do trauma", médica "chatinha", preceptora "bruxa", que carrego no carro o manual da equipe militar cirúrgica americana que atendia no Afeganistão, chorei.
Na frente da sala da sutura tinha um paciente idoso internado. Numa cadeira. Com o soro pendurado na parede num prego similiar aos que prendemos plantas (diga-se: samambaias). Ao seu lado, seu filho. Bem vestido. Com fala pausada, calmo e educado. Como eu. Como você. Como nós. Perguntava pela possibilidade de internação do seu pai numa maca, que estava há mais de um dia na cadeira. Ia desmaiar. Esperou, esperou, e toda vez que abria a portinha da sutura ele estava lá. Esperando. Como eu. Como você. Como nós. Teve um momento que ele desmoronou. Se ajoelhou no chão, começou a chorar, olhou para mim e disse "não é para mim, é para o meu pai, uma maca". Como eu faria. Como você. Como nós.
Pensei "meudeusdocéu, com todos que passam aqui, justo eu... Nãoooo..... Porque se chorar eu choro, se falar do seu pai eu choro, se me der um desafio vou brigar com 5 até tirá-lo daqui".
E saí, chorei, voltei, briguei e o coloquei numa maca retirada da ala feminina.
Já levei meu pai para fazer exame no meu HU. O endoscopista quando soube que era meu pai, disse "por que não me falou, levava no privado, Juliana!" Não precisamos, acredito nas pessoas que trabalham comigo. Que me ensinaram e ainda ensinam. Confio. Meu irmão precisou e o levei lá. Todos os nossos médicos são de hospitais públicos que conhecemos, e, se não os usamos mais, é porque as instituições públicas carecem. Carecem e padecem de leitos, aparelhos, materiais e medicamentos.
Uma vez fiz um risco cirúrgico e colhi sangue no meu hospital universitário. No consultório de um professor ele me pergunta: "e você confia?".
"Se confio para os meus pacientes tenho que confiar para mim."
Eu pratico a medicina. Ela pisa em mim alguns dias, me machuca, tira o sono, dá rugas, lágrimas, mas eu ainda acredito na medicina. Me faz melhor. Aprendo, cresço, me torna humana. Se tenho dívidas, pago-as assim. Faço porque acredito.
Nesses últimos dias de protestos nas ruas e nas mídias brigamos por um país melhor. Menos corrupto. Transparente. Menos populista. Com mais qualidade. Com mais macas. Com hospitais melhores, mais equipamentos e que não faltem medicamentos. Um SUS melhor.
Briguei pelo filho do paciente ajoelhado. Por todos os meus pacientes. Por mim. Por você. Por nós. O SUS é nosso. Não tenho palavras para descrever o que penso da "Presidenta" Dilma. (Uma figura que se proclama "a presidenta" já não merece minha atenção).
Mas hoje, por mim, por você, pelo meu paciente na cadeira, eu a ouvi.
A ouvi dizendo que escutou "o povo democrático brasileiro". Que escutou que queremos educação, saúde e segurança de qualidades. "Qualidade"... Ela disse.
E disse que importará médicos para melhorar a saúde do Brasil...
Para melhorar a qualidade....?
Sra "presidenta", eu sou uma médica de qualidade. Meus pais são médicos de qualidade. Meus professores são médicos de qualidade. Meus amigos de faculdade. Meus colegas de plantão. O médico brasileiro é de qualidade.
Os seus hospitais é que não são. O seu SUS é que não tem qualidade. O seu governo é que não tem qualidade.
O dia em que a Sra "presidenta" abrir uma ficha numa UPA, for internada num Hospital Estadual, pegar um remédio na fila do SUS e falar que isso é de qualidade, aí conversaremos.
Não cuspa na minha cara, não pise no meu diploma. Não me culpe da sua incompetência.
Somos quase 400mil, não nos ofenda. Estou amanhã de plantão, abra uma ficha, eu te atendo. Não demora, não.
Não faltam médicos, mas não garanto que tenha onde sentar. Afinal, a cadeira é prioridade dos internados.
Hoje, eu chorei de novo.
* É cirurgiã geral no Hospital Estadual Azevedo Lima, no Rio de Janeiro (CRM-RJ 822370).