sábado, 21 de abril de 2012

São Paulo apura sabotagem em 7 incidentes no sistema de trens. Demorou.

Já havia desconfiado disso. Passou a ser muito frequente notícias sobre a paralização de trens em São Paulo nos horários de pico. Isso sempre ocorre justamente pouco antes das eleições, assim como o ataque do PCC, que sitiou a cidade quando umas das bandeiras eleitorais de Alckmin, candidato à presidência contra Lula Esponja, era a segurança pública. Na época da primeira eleição de Lula Esponja já desconfiava também de outro episódio de sabotagem, da destruição de torres de transmissão de energia na região Sul. Qual era o interesse dos sabotadores? Surpreendentemente o motivo passou despercebido pela imprensa e pelos investigadores.Um partido que “elimina” até companheiros que possam representar risco ao projeto de poder, o que não é capaz de fazer com adversários? PINTOU SUJEIRA, O PT ESTÁ ENVOLVIDO!

PRINCIPALMENTE A TURMA DO PT!
Por que o ex-ético Demóstenes e seu patrocinador caça-níqueis vão se constranger, com tantos mensaleiros à solta, vagando por Brasília e lhes dando bom dia de cara limpa?


Acusado de chefiar a quadrilha, José Dirceu manda e desmanda no governo da companheira de armas Dilma Rousseff – que o prestigia publicamente, em eventos apoteóticos do partido.

Diante disso, que mal haverá em acolher no gabinete um bicheiro de estimação?
Esse caminho foi aberto justamente pelo governo ao qual Thomaz Bastos serviu. Comparado ao esquema das mesadas para deputados, que ficou conhecido como mensalão, a engrenagem de Cachoeira é brinquedo de criança. A boa notícia para o mercado de compra e venda de parlamentares é que, sete anos depois do mensalão, ninguém foi punido.
Antigamente, comprar deputados e senadores era ilegal. Mas os tempos mudaram, e só o advogado de Cachoeira não viu. Márcio Thomaz Bastos, o ex-ministro da Justiça, insiste em pedir habeas corpus para o cliente, preso no Rio Grande do Norte, alegando que ele não tem antecedentes criminais. Perda de tempo. Assim como o ex-ministro pode ser muito bem pago com o dinheiro sujo do bicheiro, Demóstenes Torres e companhia podem privatizar seus mandatos à vontade para servir ao “empresário da contravenção”
REVISTA ÉPOCA - Guilherme Fiuza

Carlinhos Cachoeira foi vítima de um mal-entendido. O “empresário da contravenção” (como foi apresentado na Voz do Brasil) foi às compras em Brasília e, ao que se saiba, pagou tudo o que consumiu. Ninguém se sentiu lesado por ele, não se ouviu uma só voz reclamando de calote. É legítimo concluir, portanto, que as belas cifras entoadas nas escutas telefônicas tenham chegado direitinho aos destinatários. Por que, então, perseguir esse homem?