sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Dilma é mais do mesmo Lula.

A oposição viu em Dilma uma estadista que até romperia com Lula. Era fantasia. Lá está ela, demitindo ministro para ajeitar eleição, economia pífia ao fundo
 
O sonho acabou. Sonho ingênuo, registre-se. Durante quase dois anos, a oposição -quase toda ela- tentou transformar Dilma Rousseff em uma estadista, como se vivêssemos em uma república. Ela seria mais "institucional" que Lula. Desejava ter autonomia e se afastar do PT. E até poderia, no limite, romper politicamente com seu criador.
 
Mas os fatos, sempre os fatos, atrapalharam a fantasia construída pela oposição -e não por Dilma, a bem da verdade. Nunca na história republicana um sucessor conversou tanto com seu antecessor. E foram muito mais que conversas. A presidente não se encontrou com Lula para simplesmente ouvir sugestões. Não, foi receber ordens, que a boa educação chamou de conselhos.
 
Para dar um ar "republicano", a maioria das reuniões não ocorreu em Brasília. Foi em São Paulo ou em São Bernardo do Campo que a presidente recebeu as determinações do seu criador. Os últimos acontecimentos, estreitamente vinculados à campanha municipal, reforçaram essa anomalia criada pelo PT, a dupla presidência.
 
Dilma transformou seu governo em instrumento político-eleitoral. Cada ato está relacionado diretamente à pequena política. Nos últimos meses, a eleição municipal acabou pautado suas ações.
 
Demitiu ministro para ajeitar a eleição em São Paulo. Em rede nacional de rádio e televisão, aproveitou o Dia da Independência para fazer propaganda eleitoral e atacar a oposição. Um telespectador desavisado poderia achar que estava assistindo um programa eleitoral da campanha de 2010. Mas não, quem estava na TV era a presidente do Brasil.
 
É o velho problema: o PT não consegue separar Estado, governo e partido. Tudo, absolutamente tudo, tem de seguir a lógica partidária. As instituições não passam de mera correia de transmissão do partido. Dilma chegou a responder em nota oficial a um simples artigo de jornal que a elogiava, tecendo amenas considerações críticas ao seu antecessor. Como uma criatura disciplinada, retrucou, defendendo e exaltando seu criador.
 
O governo é ruim. O crescimento é pífio, a qualidade da gestão dos ministros é sofrível. Os programas "estruturantes" estão atrasados. O modelo econômico se esgotou. Edita pacotes e mais pacotes a cada quinzena, sinal que não tem um consistente programa. E o que faz a presidente? Cercada de auxiliares subservientes e incapazes, de Lobões, Idelis e Cardozos, grita. Como se os gritos ocultassem os fracassos.
 
O Brasil que ainda cresce é aquele sem relação direta com as ações governamentais. É graças a essa eficiência empresarial que não estamos em uma situação ainda pior. Mas também isso tem limite. O crescimento brasileiro do último trimestre, comparativamente com os dos outros países dos Brics (Rússia, Índia e China) ou do Mist (México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia), é decepcionante. E o governo não sabe o que fazer.
 
Acredita que elevar ou baixar a taxa de juros ou suspender momentaneamente alguns impostos tem algum significado duradouro. Sem originalidade, muito menos ousadia, não consegue pensar no novo. Somente manteve, com um ou outro aperfeiçoamento, o que foi organizado no final do século passado. E a oposição? Sussurra algumas críticas, quase pedindo desculpas.
 
Ela tem no escândalo do mensalão um excelente instrumento eleitoral para desgastar o governo, mas pouco faz. Não quer fazer política. Optou por esperar que algo sobrenatural aconteça, que o governo se desmanche sem ser combatido. Ao renunciar à política, abdica do Brasil.
 
MARCO ANTONIO VILLA, 55, é historiador e professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) O título original do artigo publicado hoje pela Folha de São Paulo é "Gritos presidenciais não ocultam fracassos".

O PINGUÇO ESTÁ COM ÓDIO!


A imprensa internacional descobriu que o governo do pinguço Lula Esponja institucionalizou a corrupção

Obediente à palavra do mestre, o rebanho de devotos continua balindo que o mensalão foi uma farsa concebida pela elite golpista (com a ajuda da mídia reacionária, claro) para derrubar o governo Lula.
A imprensa internacional discorda. Como se vê nas imagens (veja mais, abaixo), a constatação foi reiterada em diferentes idiomas: o esquema criminoso nasceu e cresceu no ventre da seita lulopetista, que desde 2003 se dedica a institucionalizar a corrupção impune. Leia Mais

FRACASSO IMPERDÍVEL



 
 


Lula Esponja grava contra o PT e Justiça proíbe. Ele perdeu mais do que a voz. O safado vende até a própria mãe e o pior é que entrega!

A Justiça Eleitoral proibiu a divulgação de vídeo em que o ex-presidente pinguço e picareta  Lula pede votos para uma candidata do PP no interior de Paraíba. O juiz classificou como "vergonhoso" Lula Esponja aparecer no vídeo com o PT tendo candidato próprio na cidade. Em Campina Grande (135 km de João Pessoa), o ex-presidente participou da propaganda na TV da candidata a prefeita Daniella Ribeiro, irmã do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP). O vídeo foi veiculado na segunda-feira e, no dia seguinte, vetado pela Justiça. 

Para o juiz Ruy da Rocha, é "absolutamente enganoso para a população e afrontoso às decisões da Justiça Eleitoral a utilização na propaganda eleitoral de uma outra coligação de mensagens e imagens de pessoas filiadas a outro partido político". (Folha de São Paulo)