
LARGA O OSSO CACHORRO!
A estratégia de Lula para continuar governando é deixar algumas bombas de efeito retardado para a sua eleita, Dilma. Nem vamos falar nas bombas econômicas. Vamos nos ater à bomba política da eleição da Câmara, por exemplo. Lula deixa um PT dividido e a possibilidade concreta de que exista uma rebelião e possa surgir um Aldo Rabelo por aí, com sérias chances de tumultuar a eleição para a casa. Quem será chamado logo depois das férias, em fevereiro, para resolver de vez o imbroglio? Ele, Lula. E assim será pelos próximos quatro anos. Nos momentos mais difíceis, a sua tropa de choque, devidamente instalada dentro do Palácio do Planalto, puxará o tapete da Dilma para estendê-lo aos pés de Lula, que assim continuará governando até a volta triunfal em 2014. Isto quando a própria não levantar o telefone para receber a ordem do dia, na medida em que não tem as mínimas condições para suceder o seu criador. Dilma, no seu mandato, fará o servicinho mais difícil: controlar a mídia, aprovar limites para a propriedade privada, recriar a CPMF, legalizar o aborto. Vai limpar a área para que Lula retorne e entre com bola e tudo no ano da Copa do Mundo no Brasil. Quem viver, verá.


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